RODRIGO SOARES RIBEIROBEATRIZ GABRIELE HILÁRIO GALLOBIANCA VITÓRIA GARCIA TOMÉ2026-06-182026-06-182026-05-16https://repositorio.unifev.edu.br/handle/123456789/664A violência obstétrica caracteriza-se como um conjunto de práticas desrespeitosas, abusivas ou negligentes cometidas contra a mulher durante o ciclo gravídico-puerperal, configurando-se como uma violação dos direitos humanos e um problema de saúde pública. Essas práticas incluem intervenções desnecessárias, ausência de consentimento informado, violência verbal, psicológica e física, além da restrição do acompanhante, impactando negativamente a saúde materna. Estudos demonstram que a exposição à violência obstétrica pode desencadear complicações físicas, aumento do risco de morbidade materna, sofrimento emocional, depressão pós-parto e transtorno de estresse pós-traumático. A Organização Mundial da Saúde reforça que o cuidado respeitoso durante o parto é fundamental para garantir desfechos maternos positivos e uma experiência segura e digna. Nesse contexto, a enfermagem desempenha papel essencial na promoção da assistência humanizada, na defesa da autonomia feminina e na implementação de práticas baseadas em evidências científicas, conforme preconizado pelas Diretrizes Nacionais de Assistência ao Parto Normal. Assim, este estudo tem como objetivo analisar o impacto da violência obstétrica na saúde materna, destacando o papel da enfermagem na prevenção e intervenção dessas situações por meio de uma revisão de literatura.ptViolência obstétricaSaúde maternaEnfermagemHumanização do partoDireitos da mulher.O IMPACTO DA VIOLÊNCIA OBSTÉTRICA NA SAÚDE MATERNA: O PAPEL DA ENFERMAGEM NA PREVENÇÃO E INTERVENÇÃO.TCC