RODRIGO SOARES RIBEIROBIANCA DE OLIVEIRA FREIREPRISCILAAPARECIDA BASILIO DOS SANTOS2026-06-182026-06-182026-05-18https://repositorio.unifev.edu.br/handle/123456789/661O enfermeiro desempenha um papel crucial na colostroterapia no neonato. O conhecimento prático e teórico, associado a humanização, é indispensável visto que a UTI Neonatal trata-se de um ambiente complexo e de imensa vulnerabilidade da mãe onde ocorre uma mistura de amor e medo constantemente. Portanto, é de extrema importância a participação ativa do enfermeiro treinado, atento e dedicado para realizar tal procedimento. O objetivo do trabalho foi demonstrar através de uma revisão de literatura, a importância da colostroterapia em uma unidade de uti neonatal, seus benefícios e efeitos adversos quando não realizada de maneira adequada e a importância do papel do enfermeiro sabendo, que ele é o elo mais próximo entre a mãe nutriz e o neonato. Estudos mostram as particularidades do neonato prematuro como a imaturidade imunológica, que aumenta a chance de infecções neste período. Daí, a importância do enfermeiro estimular e aplicar a colostroterapia que consiste na exposição da mucosa da boca do bebê a pequenas quantidades de colostro cru ordenhado da nutriz. Este processo não tem objetivo nutricional, ou seja, de alimentar o bebê, mas de possibilitar o contato com essa substância tão rica e tão importante possibilitando não só a absorção de fatores de proteção da mucosa e de estímulo do sistema imunológico do neonato.ptcolostrorecém-nascidoprematuridadeterapêuticaenfermeiros.COLOSTROTERAPIA E O PAPEL DO ENFERMEIROTCC