LAÍS NAIARA HONORATO MONTEIROGIDEÃO HUMBERTO DA SILVA2025-12-172025-12-172025-10-25https://repositorio.unifev.edu.br/handle/123456789/549Este estudo avaliou o uso da faca elétrica na sangria de seringueiras (Hevea brasiliensis) quanto à produtividade, preservação fisiológica e ergonomia do trabalho, em comparação ao método manual tradicional. O experimento foi conduzido em seringal localizado no Noroeste Paulista, município de Álvares Florence (SP), utilizando o clone RRIM 600, em delineamento em blocos casualizados com dois tratamentos (faca manual e faca elétrica) e dez repetições, totalizando vinte árvores. Foram analisadas a vazão horária do látex nas três primeiras horas após a sangria e a produção total de látex coagulado ao longo de quinze dias. Os dados foram submetidos à análise de variância (ANOVA), e as médias comparadas pelo teste de Tukeya 5% de probabilidade. A faca elétrica apresentou desempenho superior, com aumento de 12,4% na vazão inicial e 22% na produção acumulada, demonstrando maior eficiência e constância do fluxo. Além dos ganhos produtivos, o uso da faca elétrica reduziu o esforço físico e o tempo de operação, contribuindo para a melhoria das condições ergonômicas do trabalhador. Conclui-se que a adoção dessa tecnologia representa um avanço para a heveicultura, promovendo maior produtividade, menor desgaste físico e maior sustentabilidade da atividade.ptHevea brasiliensisheveiculturalátexergonomiaSANGRIA COM FACA ELÉTRICA NA PRODUTIVIDADE DA SERINGUEIRATCC