Bianca de Fátima Gonçalves BarbosaAnthony Gabriel Dorado Vicentini2026-06-172026-06-172026-06-17https://repositorio.unifev.edu.br/handle/123456789/656Sustenta-se que a transformação digital na saúde e a crescente complexidade farmacoterapêutica exigem adaptações contínuas na prática profissional. Nesse contexto, aponta-se que a inteligência artificial (IA) atua como um recurso estratégico capaz de otimizar operações, mitigar tarefas repetitivas e viabilizar uma assistência terapêutica mais segura. O presente trabalho tem como objetivo geral explorar o papel da IA e dos recursos tecnológicos na farmácia clínica, destacando seus impactos no processo de trabalho e na tomada de decisão. A metodologia adotada consiste em uma revisão narrativa de literatura, cujos dados foram levantados entre agosto de 2025 a abril de 2026, abrangendo publicações do período de 2016 a 2026 nas bases SciELO e PubMed. Os estudos analisados demonstraram que ferramentas de inteligência artificial podem contribuir para redução de erros de prescrição e ampliação das intervenções farmacêuticas relacionadas à segurança do paciente. Inteira-se a consolidação da telefarmácia e o uso de aplicativos móveis (mHealth) como facilitadores logísticos decisórios e essenciais à continuidade do cuidado. Contudo, adverte-se que a adoção dessas inovações impõe complexos desafios éticos e regulatórios, tornando imperativa a governança de dados em conformidade com a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) e com a transparência algorítmica, a fim de evitar a opacidade sistêmica e o distanciamento interpessoal. Conclui-se que o farmacêutico amplia a sua capacidade de análise técnica, assegurando um atendimento mais eficaz e humanizado no cenário da saúde digital.ptinteligência artificialfarmácia clínicasaúde digitaltelefarmáciatecnologia em saúdeINTELIGÊNCIA ARTIFICIAL E RECURSOS TECNOLÓGICOS APLICADOS À FARMÁCIA CLÍNICA: AVANÇOS E PERSPECTIVAS EM UMA REVISÃO BIBLIOGRÁFICATCC