Medicina Veterinária
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Navegando Medicina Veterinária por Autor "Ana Lucia Borges de Souza Faria"
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Item AVALIAÇÃO DA APLICAÇÃO DE VAPOR DE ÁGUA DE GRAU CULINÁRIO SOBRE A SUPERFÍCIE DE CARCAÇAS BOVINAS COMO INTERVENÇÃO HIGIÊNICO-SANITÁRIA DURANTE O PROCESSO DE ABATE(2025-12-18) JEAN MARCIO DAZZI; JEAN CESAR BATISTA DE CARVALHO; Ana Lucia Borges de Souza FariaA carne bovina é uma das principais fontes de proteína de origem animal consumida em todo o mundo. A indústria brasileira exportadora de carnes vem passando por uma série de adaptações para ter seus produtos aceitos no mercado internacional. As principais mudanças são de ordem sanitária e de qualidade, começando por exigências legais do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) para prevenir Doenças Transmitidas por Alimentos (DTA) e manter altos padrões de qualidade. Os estabelecimentos de abate vem buscando metodologias que diminuam a população microbiana de superfícies de carcaças, o que poderá interferir na qualidade da carne. O presente trabalho teve por objetivo verificar a influência da aplicação de vapor de água de grau culinário sobre a população microbiana contaminante de carcaças bovinas. Sendo esta uma medida de controle de patógenos complementar às previstas nos programas de autocontrole do estabelecimento de abate bovino. As amostras foram colhidas por suabe de esponja de 60 carcaças após terem sido submetidas aos procedimentos de esfola e retirada do couro, sendo 20 carcaças grupo controle, 20 carcaças que não foram submetidas à aplicação de vapor de água e 20 carcaças submetidas à aplicação de vapor de água, Os seguintes grupos microbianos foram analisados: Salmonella spp e a Escherichia coli. A aplicação de vapor de água de grau culinário sobre a superfície de carcaças bovinas sob condições experimentais, pode reduzir a população microbiana da superfície de carcaças bovinas, adquirida durante as etapas do processo de transformação do músculo em carne para consumo.Item PREFERÊNCIAS POR TIPOS DE CARNES (BOVINA, SUÍNA, AVES E PEIXES) DOS ESTUDANTES DE MEDICINA VETERINÁRIA DA UNIFEV NO ANO DE 2025(2025-12-18) THIAGO DELGADO RODRIGUES; LUCAS EDUARDO DAM DE ABREU; Ana Lucia Borges de Souza FariaO consumo de carnes no Brasil possui grande relevância cultural, econômica e nutricional, sendo a proteína animal um dos principais componentes da dieta da população. Entre os diferentes tipos de carnes, destacam-se a bovina, suína, de aves e peixes, cada uma apresentando características próprias em relação a sabor, valor nutricional, preço e aceitação pelo consumidor. Objetivamos com o presente trabalho investigar as preferências de consumo de carnes entre os estudantes de Medicina Veterinária da Unifev em 2025. A pesquisa foi realizada com 170 alunos matriculados no curso, dos quais 100 responderam ao questionário estruturado aplicado via Google Forms, representando 58,8% do universo estudado. O método utilizado foi delineamento quantitativo e descritivo para investigar a preferência dos estudantes do curso de Medicina Veterinária em relação ao tipo de carne consumida, considerando as espécies animais. Os resultados revelaram que a maioria dos participantes é do sexo feminino (67%), enquanto 33% são do sexo masculino. Quanto à distribuição por períodos do curso, observou-se relativa homogeneidade, com maior participação do 8º período (24%), seguido do 10º (22%), 4º (21%), 6º (19%) e 2º (14%). A carne bovina destacou-se como a mais consumida, sendo escolhida por 80% dos respondentes, enquanto 16% preferem carne de aves, 3% carne suína e apenas 1% pescados. Em relação à frequência, 77% relataram consumir carne diariamente, 22% de três a cinco vezes por semana e 1% raramente. A preferência pelo consumo in natura (71%) prevaleceu sobre os produtos processados (3%), embora 26% considerem ambos igualmente. Os principais critérios de escolha foram a aparência da carne (46%) e a procedência/local de compra (35%), seguidos pelo preço (9%), pelo selo de inspeção oficial (6%) e recomendações de terceiros (4%). Quanto à percepção sobre a importância da inspeção, 53,5% relacionaram ao papel de garantia da segurança alimentar e prevenção de doenças transmitidas por alimentos, enquanto 29,3% associaram à confiança na qualidade do produto; outros 15,2% associaram ao cumprimento da legislação e proteção do consumidor e 2% não vê importância. Sobre a percepção de saúde, os pescados foram considerados os mais benéficos (43%), seguidos pela carne bovina (30%) e aves (26%) e 1% não vê nenhuma. Conclui-se que a carne bovina permanece como a preferência predominante entre os estudantes, embora haja crescente valorização da carne de pescado pelo seu valor nutricional. Apesar da amostra não contemplar todos os matriculados, os resultados permitem identificar tendências relevantes de consumo, que refletem tanto aspectos culturais quanto preocupações com qualidade e segurança alimentar.