O USO INDISCRIMINADO DE TADALAFILA POR JOVENS: RISCOS E INTERVENÇÃO FARMACÊUTICA

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2026-07-02

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O uso indiscriminado de inibidores da fosfodiesterase tipo 5 (PDE5), com destaque para a Tadalafila, tem apresentado um aumento expressivo entre a população jovem, influenciado por fatores socioculturais e pela disseminação de informações errôneas em mídias digitais. Este estudo teve como objetivo analisar de maneira crítica as causas, os riscos e as impactos sociais relacionados ao uso sem prescrição desse fármaco por jovens, além de propor diretrizes de intervenção farmacêutica. A metodologia adotada baseou-se em uma revisão narrativa da literatura, realizada a partir de buscas em bases de dados como PubMed/MEDLINE, SciELO e o Google Acadêmico como ferramenta de busca, contemplando publicações da última década. Os resultados demonstraram que o consumo recreativo é motivado pela busca de melhor desempenho sexual, “ansiedade de hiperperformance” e pela ideia equivocada de que a substância otimiza o rendimento físico em academias. Tais práticas expõem os jovens a riscos que não podem ser ignorados, que variam de efeitos adversos comuns, como cefaleia e mialgia, a complicações graves, como hipotensão severa, especialmente quando associada a outras substâncias e dependência emocional. O estudo reforça que a atuação do farmacêutico é peça chave para mudar essa realidade. Sua missão é ultrapassar a função comercial e assumir papel ativo na educação em saúde e barreira técnica contra a automedicação. A adoção da implementação de protocolos de intervenção farmacêutica (PIF-Tadalafila) surge como estratégia eficaz para assegurar o uso consciente, garantindo a segurança do paciente e desconstruir mitos sobre o uso recreativo entre o público jovem.

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Palavras-chave

tadalafila, uso recreativo, jovens, riscos, atuação farmacêutica

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