A COMPARAÇÃO SOCIAL EXCESSIVA COMO FATOR DE RISCO Á SAÚDE MENTAL DE JOVENS E ADULTOS
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Data
2025
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Resumo
O presente artigo analisou a comparação social nas redes digitais como fator de risco à saúde
mental, considerando o impacto do uso excessivo das plataformas na construção da autoimagem
e do autoconceito. O objetivo consistiu em descrever, com base em revisão narrativa de
literatura científica, como a comparação social excessiva tem sido compreendida pela
Psicologia contemporânea. A justificativa decorreu do aumento expressivo de quadros ansiosos,
depressivos e de insatisfação corporal associados à busca por validação virtual. A metodologia
adotada foi qualitativa, sustentada na análise de livros, artigos e dissertações publicadas entre
2018 e 2024, extraídos das bases SciELO, PePSIC, BVS e Google Scholar. Os resultados
indicaram que a exposição prolongada a padrões idealizados de beleza e sucesso intensifica
sentimentos de inadequação e reduz a autoestima, especialmente entre jovens e mulheres.
Observou-se ainda que a cultura da performance e da visibilidade social reforça o
perfeccionismo e a dependência emocional da aprovação externa. Concluiu-se que a
comparação social excessiva compromete o equilíbrio psíquico e as relações interpessoais,
exigindo estratégias de enfrentamento que valorizem a autenticidade, a autocompaixão e o uso
consciente das redes.
Descrição
Palavras-chave
comparação social, saúde mental, redes digitais, perfeccionismo, autoimagem.