REFLORESTAMENTO FUNCIONAL: DESENVOLVIMENTO DE ESPÉCIES NATIVAS EM CORREDOR ECOLÓGICO NO NOROESTE PAULISTA

dc.contributor.advisorMARIANE APARECIDA BARBARÁ ZANINI
dc.contributor.authorCARLOS ROBERTO FERNANDES
dc.contributor.authorDIÉQUE SANDRE DE FRANÇA LIMA
dc.date.accessioned2025-12-17T18:40:05Z
dc.date.available2025-12-17T18:40:05Z
dc.date.issued2025-11-07
dc.description.abstractA restauração florestal é uma estratégia essencial para mitigar os impactos da degradação ambiental, promover a conectividade entre fragmentos e recuperar serviços ecossistêmicos. Este trabalho teve como objetivo monitoramento o desenvolvimento de espécies arbóreas nativas implantadas em um corredor ecológico no município de Valentim Gentil-SP, ao longo de 27 meses, validando o sucesso da implantação e o fechamento do dossel. O experimento foi conduzido em uma área de 1,80 ha, anteriormente utilizada para cultivo de cana-de-açúcar, com solo classificado como Latossolo Vermelho e clima tropical com inverno seco. As mudas foram adquiridas de viveiro credenciado, priorizando diversidade funcional e grupos sucessionais (pioneiras e não pioneiras). O preparo da área incluiu dessecação da vegetação remanescente, sulcação, adubação de plantio (formulado 04-14-08) e calagem conforme análise de solo. O plantio seguiu espaçamento de 3 x 2 m, com aclimatação prévia das mudas. Durante o monitoramento, foram realizados tratos culturais, controle de plantas daninhas e formigas, além de adubações de cobertura periódicas. Para análise do desempenho, foram selecionadas 11 espécies representativas, com medições de altura e diâmetro do tronco em três momentos: no dia do transplantio, aos 446 Dias Após Transplantio (DAT) e aos 827 DAT. Os dados foram tratados por estatística descritiva (média ± desvio padrão), permitindo avaliar vigor e uniformidade. Os resultados indicaram crescimento expressivo, com destaque para Mutambo (Guazuma ulmifolia), Angico Branco (Anadenanthera colubrina) e Ingá de Metro (Inga edulis), que apresentaram maior incremento em altura (até 8,89 m) e diâmetro (até 37,1 cm). Espécies secundárias, como Cedro (Cedrela fissilis), mostraram crescimento mais lento, mas consistente, reforçando sua importância estrutural. Conclui-se que a seleção adequada de espécies nativas, aliada ao manejo técnico, favoreceu o rápido fechamento do dossel e a formação de um corredor ecológico funcional em menos de 27 meses. O estudo evidencia a relevância da diversidade funcional para garantir resiliência, promover serviços ecossistêmicos e acelerar a sucessão ecológica em áreas degradadas.
dc.identifier.urihttps://repositorio.unifev.edu.br/handle/123456789/553
dc.language.isopt
dc.subjectdiversidade funcional
dc.subjectsucessão ecológica
dc.subjectserviços ecossistêmicos
dc.subjectmonitoramento biométrico
dc.titleREFLORESTAMENTO FUNCIONAL: DESENVOLVIMENTO DE ESPÉCIES NATIVAS EM CORREDOR ECOLÓGICO NO NOROESTE PAULISTA
dc.typeTCC

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