COLOSTROTERAPIA E O PAPEL DO ENFERMEIRO
Carregando...
Data
2026-05-18
Título da Revista
ISSN da Revista
Título de Volume
Editor
Resumo
O enfermeiro desempenha um papel crucial na colostroterapia no neonato. O conhecimento prático e
teórico, associado a humanização, é indispensável visto que a UTI Neonatal trata-se de um ambiente
complexo e de imensa vulnerabilidade da mãe onde ocorre uma mistura de amor e medo
constantemente. Portanto, é de extrema importância a participação ativa do enfermeiro treinado, atento
e dedicado para realizar tal procedimento. O objetivo do trabalho foi demonstrar através de uma revisão
de literatura, a importância da colostroterapia em uma unidade de uti neonatal, seus benefícios e efeitos
adversos quando não realizada de maneira adequada e a importância do papel do enfermeiro sabendo,
que ele é o elo mais próximo entre a mãe nutriz e o neonato. Estudos mostram as particularidades do
neonato prematuro como a imaturidade imunológica, que aumenta a chance de infecções neste período.
Daí, a importância do enfermeiro estimular e aplicar a colostroterapia que consiste na exposição da
mucosa da boca do bebê a pequenas quantidades de colostro cru ordenhado da nutriz. Este processo não
tem objetivo nutricional, ou seja, de alimentar o bebê, mas de possibilitar o contato com essa substância
tão rica e tão importante possibilitando não só a absorção de fatores de proteção da mucosa e de estímulo
do sistema imunológico do neonato.
Descrição
Palavras-chave
colostro, recém-nascido, prematuridade, terapêutica, enfermeiros.